Sede
Caraguatatuba
(12) 3882-4377
Subsede
São Sebastião
(12) 3893 - 1871
Academia
Caraguatatuba
(12) 3881-1483

Palavra do Presidente


Ações conjuntas fortalecem os sindicatos

Com reforço da unidade, o movimento sindical tem fortalecido seu combate às reformas neoliberais do governo. O Dieese também participa destas estratégias. Elas têm gerado solidariedade entre as entidades para enfrentar a nova legislação trabalhista. Esta nova relação entre os sindicatos propõe a condução de campanhas salariais conjuntas, valorização das Convenções Coletivas e compartilhamento de estruturas.

As ações conjuntas também potencializam a luta contra a reforma da Previdência. Independentemente a qual Central o sindicato é filiado, as manifestações de repúdio ao fim das aposentadorias começam a tomar corpo nos gabinetes dos senadores e deputados federais em Brasília e em suas bases eleitorais. Nos locais de trabalho estão sendo realizadas atividades de conscientização sobre os efeitos nocivos ao trabalhador e à sua família provocados pelas reformas trabalhista e previdenciária.

A unidade dos sindicatos amplia a nossa resistência. É mais uma demonstração de força contra os desmandos do governo, com destaque às assinaturas de Convenções Coletivas de Trabalho e Acordos que estão “blindando” o trabalhador diante dos impactos da nova legislação trabalhista.

Representatividade

A atuação unitária dos 71 sindicatos filiados à Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários) tem valorizado as negociações e, desse modo, a representatividade destas entidades nos locais de trabalho.Com a efetiva presença dos sindicatos nas negociações, a proteção aos direitos se amplia.

Fortalecidas, as negociações garantem avanços que se contrapõem à Lei 13.467. Servem como exemplos as fixações claras das formas de contratações, remunerações e jornadas. Com força de lei, Convenções e Acordos também estão protegendo o trabalhador quando asseguram que as homologações sejam feitas no sindicato.

Igualmente importante é manter vigentes as cláusulas sociais antes acordadas, contemplar alternativas de custeio sindical, investir no diálogo capital e trabalho, com a ressalva de que todo e qualquer processo de negociação seja representado pelo sindicato.

Luiz Carlos Motta é presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo e da UGT/SP


Compromissos da UGT/SP

 

Em circunstâncias adversas ao movimento sindical, com o governo lançando mão de várias ofensivas para aniquilar o sindicalismo, a UGT/SP, por mim presidida, demonstra disposição ainda maior para crescer e enfrentar os desmandos das reformas neoliberais que precarizam as relações de trabalho. 

A constatação mais efetiva de que a nossa central não se deixa abater diante da política regressiva do governo pode ser confirmada com a recente inauguração da nossa sede executiva, na Capital paulista, dia 24 de novembro.  Com suas dependências prontas para funcionar e instaladas num prédio com três pavimentos (Avenida Rebouças, 1974), ganha reforço todo o planejamento de ações que está sendo executado junto às seis regionais e à UGT Nacional.

 

Unidade e diálogo

Nesta nova casa do trabalhador vamos contratar vários profissionais. Mais um diferencial da UGT/SP neste cenário de desemprego que assola o País.  Suas atribuições vão além do espaço físico composto por recepções, salas e auditório, entre outros.

Da nossa sede central, todo o trabalho de atendimento aos filiados, incremento às novas filiações, interação com o movimento sindical e participação ativa nas manifestações contra retrocessos trabalhistas, serão reforçados. Ela intensifica, também, a unidade entre seus diretores e o diálogo com os demais dirigentes das entidades filiadas. 

Superado o desafio de contarmos, agora, com uma sede central, e com base na confiança depositada na condução dos nossos trabalhos, a UGT/SP segue decidida a se reestruturar acreditando na força da nossa unidade e no seu poder de organização e de mobilização. Este é o nosso compromisso.

 

Luiz Carlos Motta

Presidente